CTO as a Service e CTO Externo para PME
Orientação Técnica e de Negócio
Ouvimos, orientamos — técnica e comercialmente — e dizemos quando está a reinventar a roda.
Um CTO as a service, ou CTO externo, dá à sua empresa critério técnico sénior quando ele é preciso, sem o custo de um diretor a tempo inteiro de que ainda não precisa. Nem todos os problemas precisam de uma construção. Às vezes precisam primeiro de uma resposta direta. Ouvimos o que o seu negócio quer alcançar e depois orientamos as escolhas técnicas e comerciais até à solução que realmente encaixa. Quando está a reinventar a roda, dizemos. Por trás dessa orientação estão quinze anos de engenharia de software.
O problema, nas suas palavras
«Estamos prestes a assinar um contrato de software importante e ninguém aqui consegue dizer se a proposta faz sentido.» «O fornecedor diz que temos de reescrever tudo. Não fazemos ideia se é verdade.» «Estamos a crescer, e todas as decisões técnicas caem em cima de alguém que não é técnico.»
Uma empresa em crescimento toma decisões técnicas a toda a hora: que ferramentas adotar, em que fornecedor confiar, se deve construir ou comprar, quando substituir um sistema. Sem critério técnico sénior na sala, essas decisões tomam-se por intuição ou pela palavra de quem está a vender. Os erros não aparecem logo. Aparecem um ano depois, na forma de custo.
Sinais de que precisa disto
- Tem uma decisão técnica importante pela frente e ninguém na casa para pôr as opções à prova.
- Chegam propostas de fornecedores e não consegue distinguir uma justa de uma inflacionada.
- As escolhas tecnológicas da empresa foram crescendo por acaso, e ninguém sabe explicar porque é que as peças encaixam.
- Quer uma segunda opinião técnica antes de comprometer orçamento numa construção, numa migração ou numa nova plataforma.
- Precisa de critério sénior para o próximo passo, não de mãos extra para o atual.
Como trabalhamos
- Problema. Primeiro ouvimos o negócio: onde quer chegar, o que o está a travar e qual é a decisão que está de facto em cima da mesa. Muitas vezes a pergunta que nos traz não é a que mais importa, e dizemo-lo.
- Ideia. Apresentamos as opções realistas, incluindo «compre», «deixe como está» e «não construa», com os prós e contras técnicos e comerciais de cada uma. Dizemos o que faríamos e porquê.
- Desenho e construção. Trabalhamos dentro dos seus rituais e das suas ferramentas. Sem processo paralelo, sem relatório que ninguém lê. Revemos propostas, questionamos pressupostos e transformamos a direção escolhida em passos concretos.
- Entrega. Sai com uma decisão que compreende e consegue defender. Explicamos tudo pelo caminho. Nós aprendemos o seu negócio; a sua empresa aprende o nosso ofício.
O que recebe
- Orientação sénior e honesta sobre o que construir, o que comprar, o que corrigir e o que deixar como está.
- Uma recomendação escrita e clara para cada decisão: as opções consideradas, a que recomendamos e o raciocínio, para a poder rever mais tarde.
- Uma leitura independente das propostas e estimativas de fornecedores, em linguagem simples.
- Passos concretos que a empresa pode pôr em prática, seja uma construção, uma compra, uma migração ou nada.
- Mais conhecimento dentro de casa. No fim, sabe mais do que quando começou.
Como decorre o trabalho
- Descreva a decisão. Meia dúzia de frases chega para começar.
- Uma primeira conversa. Fazemos perguntas e damos uma primeira opinião honesta. Às vezes isso já é a resposta.
- Orientação ao dia ou ao sprint. Para uma decisão isolada, um trabalho curto e focado. Para um período de crescimento, sessões regulares num ritmo que combinamos consigo.
- Fecho. Cada trabalho termina com uma recomendação escrita e tem um fim definido. Não é uma avença sem prazo.
O que faz variar o custo. Não publicamos preços. A orientação é acordada ao dia ou ao sprint, e o que faz variar o total é o número de decisões em cima da mesa, a quantidade de material existente que temos de rever (contratos, propostas, código, sistemas), o número de pessoas envolvidas e se quer uma resposta pontual ou orientação regular durante um período de mudança. Fica tudo por escrito antes de começar.
Perguntas frequentes
O que é, na prática, um CTO externo? Liderança técnica sénior para as decisões que precisam dela, durante parte do tempo. Tem o critério de um CTO sobre arquitetura, fornecedores, construir ou comprar e prioridades, sem contratar um a tempo inteiro antes de a empresa precisar.
Não vão simplesmente recomendar que construam algo convosco? Não. Se a resposta honesta for «não construa», ou «compre a ferramenta que já existe», é isso que vai ouvir. Um bom conselho que nos custa um projeto continua a ser um bom conselho.
Podem rever a proposta de outro fornecedor? Sim. Lemo-la à luz do que o seu negócio realmente precisa, apontamos os riscos e as lacunas e dizemos-lhe que perguntas deve fazer antes de assinar.
Gerem os nossos programadores ou ficam com a manutenção? Não. Não vendemos programadores ao dia nem fazemos contratos de manutenção corrente. Orientamos as decisões. O trabalho do dia a dia fica com a sua equipa ou com o fornecedor que escolher.
Precisamos de perceber de tecnologia para trabalhar convosco? Não. Explicamos os prós e contras em termos de negócio e ensinamos pelo caminho. Muitas das empresas que mais beneficiam não têm qualquer liderança técnica.
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Traga-nos a decisão difícil
Traga-nos a decisão antes de se tornar cara. Ouvimos, questionamos os pressupostos e dizemos com clareza qual seria o passo seguinte. Resposta num dia útil.
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