Consultoria de Arquitetura de Software
Arquitetura de Soluções
Desenho de sistemas, escolhas tecnológicas e roadmaps que sobrevivem ao contacto com a realidade — e ao terceiro ano.
A nossa consultoria de arquitetura de software começa antes da primeira linha de código. Mapeamos o problema: domínios e fronteiras, fluxos de dados, integrações, modos de falha e os compromissos que vão contar ao terceiro ano, não à primeira semana. Os erros mais caros em software são quase sempre decisões de arquitetura tomadas de ânimo leve e depois suportadas durante uma década. A arquitetura de soluções é a forma de uma empresa em crescimento os evitar, sem pagar por uma apresentação a partir da qual ninguém consegue construir.
O problema, nas suas palavras
«Vamos investir num sistema novo e queremos acertar nas fundações à primeira.» «Temos três fornecedores a propor três tecnologias diferentes e não conseguimos compará-las.» «O que temos funciona, mas cada nova funcionalidade demora mais do que a anterior.» «Precisamos de integrar com o ERP e com as ferramentas que já usamos, sem criar outra confusão.»
As decisões de arquitetura são difíceis de ver e ainda mais difíceis de desfazer. Escolha a base de dados errada, as fronteiras erradas ou a forma de integração errada, e o custo não chega no primeiro dia. Chega devagar, à medida que cada alteração fica mais difícil, até a empresa andar a contornar o seu próprio software.
Sinais de que precisa disto
- Está prestes a construir algo significativo, ou a migrar algo doloroso.
- Tem propostas ou tecnologias em concorrência e precisa de uma forma independente de as comparar.
- As novas funcionalidades demoram mais a cada trimestre, e ninguém sabe dizer exatamente porquê.
- Os seus sistemas não falam uns com os outros, e as integrações aguentam-se à mão.
- Quer o mapa antes da viagem, e quer que qualquer equipa competente o consiga seguir.
Como trabalhamos
- Problema. Começamos pelo negócio, não pela tecnologia: o que o sistema tem de fazer, para quem, com que volume e com que restrições. Também perguntamos o que lhe mete medo. Esses receios costumam apontar para os riscos reais.
- Ideia. Exploramos as opções realistas e os compromissos de cada uma, incluindo custo, complexidade, as pessoas que tem disponíveis e a forma como o sistema vai mudar. Se um produto existente já resolve parte do problema, dizemos.
- Desenho e construção. Desenhamos a arquitetura em termos concretos: componentes, fronteiras, dados, integrações e modos de falha, com as partes arriscadas identificadas e um plano para as provar primeiro.
- Entrega. Termina numa sessão de trabalho em que a sua equipa questiona cada decisão. Uma decisão que não sobrevive a essa sala não é a decisão certa. O que sai dessa sala é seu.
O que recebe
- Uma arquitetura concreta e construível, com diagramas que correspondem ao modo como o sistema vai realmente funcionar.
- Registos escritos das decisões, com o raciocínio e as alternativas postas de lado, para que as alterações futuras partam de contexto e não de palpites.
- Um mapa de integrações com os sistemas que já usa, como um ERP PHC, Primavera ou Sage, e a forma como os dados devem circular entre eles.
- Um roadmap faseado, com as partes arriscadas à frente.
- Não é uma apresentação. Se quiser que a construamos, construímos. Mas a arquitetura sustenta-se sozinha, e qualquer equipa competente a consegue executar.
Como decorre o trabalho
- Uma conversa sobre o que está prestes a construir, e sobre o que lhe mete medo nisso.
- Levantamento. Revemos o contexto do negócio, os sistemas existentes e as restrições.
- Desenho. As opções, as decisões e o roadmap ganham forma, partilhados consigo à medida que avançam.
- Sessão de trabalho. A sua equipa questiona cada decisão antes de haver algo final.
É um trabalho curto, normalmente de dias a duas semanas, conforme a dimensão do problema.
O que faz variar o custo. Não publicamos preços. O que mais pesa é o número de sistemas e integrações envolvidos, quanto do que existe tem de ser reconstituído por não estar documentado, as restrições regulamentares ou de proteção de dados, o número de pessoas que têm de ser ouvidas e se quer apenas a arquitetura ou também uma prova da parte mais arriscada. Fica tudo por escrito antes de começar.
Perguntas frequentes
Isto é só para sistemas grandes? Não. As empresas mais pequenas são muitas vezes as que mais beneficiam, porque são as que têm menos margem para absorver um erro caro. O esforço acompanha a dimensão do problema.
Somos obrigados a construir convosco? Não. A arquitetura é escrita para que qualquer equipa competente a consiga executar. Se quiser que a construamos, construímos. A escolha é sua.
Conseguem trabalhar com o nosso ERP e com as ferramentas que já temos? Sim. Desenhamos a partir dos sistemas que já usa, incluindo ERP como o PHC, o Primavera e o Sage, em vez de partir de uma folha em branco.
E se já tivermos uma arquitetura? Então revemo-la. Recebe uma opinião honesta sobre o que aguenta, o que não vai aguentar e o que mudar primeiro.
Qual é a diferença em relação à orientação técnica? A orientação ajuda-o a tomar uma decisão. A arquitetura transforma uma decisão num desenho que se consegue construir. Muitos trabalhos começam por uma e continuam na outra.
Serviços relacionados
- Resgate Técnico: quando o sistema já existe e precisa de ser estabilizado e modernizado.
- Desenvolvimento de MVP e Produto: quando quer a arquitetura construída, a começar pela versão mais pequena que prova valor.
O mapa antes da viagem
Diga-nos o que está prestes a construir, e o que lhe mete medo nisso. Respondemos num dia útil, normalmente com perguntas e uma primeira opinião honesta.
Artigos relacionados
O que faz variar o custo de um software à medida (e como controlá-lo)
O custo de um software à medida depende do âmbito, das integrações, dos dados legacy, da conformidade e do pós-entrega. Veja como controlá-lo.
Sistemas legacy: sinais de que o seu software está a travar a empresa
Um sistema legacy não é um sistema antigo: é um sistema que custa mais a mudar do que devia. Oito sinais de que o seu está a travar a empresa, e o que fazer.